O importante é a caminhada.

Olhe, o importante na vida não é o ponto de partida, nem a chegada, mas sim a caminhada. Só vivendo, arriscando, tentando, enfrentando obstáculos é que podemos aprender alguma coisa. Só há aprendizado, só há crescimento onde há conflitos, obstáculos, erros. Como dizia George Bernard Shaw, “O homem que nunca fez um erro, nunca fará nenhuma outra coisa.”. O medo de errar faz com que a pessoa deixe de viver e acabe não fazendo nada mais. As pessoas pensam : “É melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito. Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de chorar, deixamos de rir. Na verdade, o que torna um sonho irrealizável não é o sonho em si, mas a inércia de quem sonha.
O mundo é dos ousados, o mundo é dos corajosos, quem tem medo de arriscar e tentar, acaba nunca conseguindo nada. A maioria das pessoas sonha com o “Jardim do Éden”, com a vida perfeita, de conto de fadas, mas nada fazem para que este sonho se torne realidade. Sua vida só será um conto de fadas se você der chance para o “destino”, para que a energia do universo possa “conspirar” por você. Se você fica preso a convenções pré-determinadas por outros, se você não tem opinião própria, se você não é capaz de seguir os seus instintos, sua intuição, seus sonhos, sua vontade, seu coração, sua vida NUNCA será um conto de fadas, e você passará a vida inteira se perguntando por que as coisas extraordinárias só acontecem com os outros. Estas coisas só acontecem com quem resolve arriscar, descobrir algo novo, libertar-se da vida hipócrita, do auto-engano a que a maioria se submete, os “certinhos” dificilmente sentem o que é estar no jardim do éden, e se chegam perto, acham que algo está errado, que as coisas não podem ser tão boas assim.
A presença de um problema deveria ser encarada com algo positivo, como algo que proporcionasse uma oportunidade de crescimento, de aprendizado e não como um mal, como algo negativo. Vinícius de Moraes dizia: “Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos que eu.” Não há atalhos, a teoria é inútil sem a prática, é natural dos seres humanos aprender com a própria experiência, portanto, só quem “vive” evolui, só quem permite errar, tentar, arriscar é que tem o privilégio de dizer que aprendeu alguma coisa na vida.

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